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Expanded Metropolis

Studio-X Rio
Aug 4, 2016 - Oct 15, 2016

(English)

By adopting the Middle Paraíba region as an area of study, the Urban Design studio III at Columbia University in New York understands the importance of incorporating the non-urbanized in the urban conception. The studio’s attitude is to break away from the simplistic dichotomy, town and country, to understand the ‘discontinuity’ non-urbanized as part of the reflection to be developed about the urban. This attitude allows not only to consider the physical continuity and strong inter-dependence between the Metropolitan Region of Rio and the region of the Middle Paraíba, but the Valley as a metropolitan entity itself. The proposals presented here were all designed from this perspective that sought to transcend the administrative boundaries between different municipalities that make up the region to bet on economic synergies and effectively integrate the emptiness between cities to the reflection on them. In this sense, ‘water’, the theme adopted, was crucial since treatment necessarily implies in considering the territory as a whole.

Defined as links between knowledge fields of urban planning, architectural design and landscaping, the approach developed by Urban Design Program in GSAPP, focus on interrelation and complementarity between such knowledges and practices. The understanding of landscape thus distances itself from tradition that used to limit the performance of the landscape to a simple monitoring intervention of architectural and / or urban with beautification. Instead, it assumes a much broader role, ambitious and strategic where issues environment on the scale of the territory gain central position.

The projects presented here deal with an interdisciplinary challenge which dislodges the architects and urban designers of their ‘comfort zone’ and traditional expertise so that they encompass knowledge that are still unfamiliar for them. To achieve its objectives, the studio’s approach re-interrogates the concept of the urban design as well as their modes of conception and representation.

The projects are committed to implementing a multivalent infrastructure linking natural filtration processes to recreational and associative activities for the population. The spatial configuration of these processes, often ‘invisible’, offers to them, not only, an opportunity to have an additional use value as a public space, but also allows you to include an important educational component to the treatment and management of these resources that are no longer abstract and become an integral part of everyday life of the beneficiary communities.

(Português)

Ao adotar a Região do Médio Paraíba como território de estudo, o Ateliê de Projeto Urbano da Universidade de Columbia em Nova York entende a importância de se incorporar o não-urbanizado na concepção do urbano. O ateliê assume uma atitude que pretende romper com a dicotomia simplista que persiste ainda em opor cidade e campo para entender a ‘descontinuidade’ não-urbanizada como parte integrante da reflexão a ser desenvolvida sobre o urbano. Tal atitude permite não somente que se considere a continuidade física e forte inter-dependência entre a RMRJ e a Região do Médio Paraíba, mas também o próprio Vale como uma entidade metropolitana em si. As propostas aqui apresentadas foram todas concebidas sob essa ótica que buscou transcender as fronteiras administrativas entre os diferentes municípios que compõem aquela região para apostar em sinergias econômicas e efetivamente integrar o ‘vazio’ entre as cidades à reflexão sobre elas. Nesse sentido, o tema adotado da ‘água’ foi fundamental já que seu tratamento implica, necessariamente, em se considerar o território como um todo.

Definida como articulação entre os campos de conhecimento do planejamento urbano, projeto arquitetônico e paisagismo, a abordagem desenvolvida pelo Programa de Pós-graduação em Projeto Urbano da GSAPP na Universidade de Columbia aposta na inter-relação e complementaridade entre tais saberes e práticas profissionais. O entendimento de paisagem distancia-se assim da tradição que costumava limitar a atuação do paisagista a uma simples intervenção de acompanhamento do projeto arquitetônico e/ou urbanístico com intuito de embelezamento destes, para assumir um papel muito mais amplo, ambicioso e estratégico onde as questões ambientais na escala do território ganham posição central.

Os projetos aqui apresentados lidam com um desafio interdisciplinar, desalojando o arquiteto e urbanista de sua ‘zona de conforto’ e expertise tradicionais para que o mesmo encampe conhecimentos que lhe são ainda pouco familiares. Para alcançar seus objetivos, a abordagem adotada pelo Ateliê reinterroga o próprio conceito de projeto urbano assim como seus modos de concepção e representação. Questiona principalmente o desenho de uma determinada forma espacial, entendida como produto final, veiculado por toda uma cultura de projeto que via na produção de masterplans sua principal expressão profissional.

Os projetos apostam na implementação de uma infraestrutura multivalente associando processos de filtração naturais a atividades recreativas e associativas para a população. A ‘espacialização’ desses processos geralmente ‘invisíveis’ oferece assim não apenas uma oportunidade de se agregar a eles um valor de uso adicional enquanto espaço público, mas permite também incluir um importante componente pedagógico ao tratamento e gestão de tais recursos que deixam de ser abstratos e tornam-se parte integrante da vida quotidiana das comunidades beneficiadas.